sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Apostas

Colorado tirando onda com Gremista: cena corriqueira

Pois essa foto aí, surrupiada lá do ClicRBS, ilustra o pagamento de uma aposta feita entre os compañeros de seleção vice-campeã mundial sub-20, Giuliano e Douglas Costa. Os piás apostaram um churras, quem perdesse o GRENAL pagava. Adivinha quem tá pagando?

Pois amanhã, no futebol semanal ao qual participam este ser humano e o señor Maurício Tommy Haas, uma aposta também será paga. Atrás da META defendida por este ARQUEIRO, estará uma tremulante e rubra bandeira COLORADA. Quem ganhasse o GRENAL teria a honra de estender o manto sagrado para todos admirarem. Se der coloco uma foto por aqui!

Abraços e o sumiço é temporário (assim como o futebol da dupla este ano). Antes do Papai Noel chegar as coisas estarão normalizadas!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Encontro com o professor

Aí está: demorei, mas escrevi abaixo os principais trechos do que anotei na “aula” do dia 27 de outubro, quando tive este encontro com o professor Dunga em Porto Alegre, numa das aulas do curso Kick Off 2, da Perestroika.

O chamado para a Seleção
Dunga contou detalhes do momento em que foi chamado para treinar a Seleção Brasileira. Disse que não imagina tal convite, achou que, quando o assessor de Ricardo Teixeira lhe telefonou, era para convidá-lo para algum cargo dentro da CBF, não para ser “O” treinador. “Estava jantando com minha família em Porto Alegre. O assessor do presidente me ligou e disse que o Ricardo queria fazer uma reunião comigo. Pediu segredo e avisou que era pra semana seguinte. Desliguei e brinquei com meu filho: ‘vou ser treinador da Seleção’. Rimos e uma semana depois fui ao Rio de Janeiro encontrar o Ricardo. Chegando lá, a primeira coisa que ele me disse: ‘Dunga, pela primeira vez desde que sou presidente da CBF um segredo durou sete dias’. Foi uma atitude normal, mas que me deu moral com o presidente. Fechamos e no outro dia saiu a notícia. Meu filho estava na Bahia. Viu o jornal e me ligou cobrando: ‘pô, pai! Por que tu não me disse nada?’”
Dunga ainda admitiu: “fui escolhido pela minha maneira de ser, não porque era treinador”.

Escalação da Copa
Dunga não deu a escalação com todas as letras, mas pelo que vazou tem os 11 escalados para começar a Copa. Julio César, Maicon, Lúcio, Juan e André Santos; Gilberto Silva, Felipe Mello, Elano e Kaká; Robinho e Luís Fabiano.
Elano, ou Ramires, ou Daniel Alves, são, definitivamente, peças fundamentais no esquema que gosta o professor Dunga. Ele diz que estes jogadores são os homens ideais para a 3ª função do meio-campo. Marcam e armam, além de terem bom chute de fora da área e, nos casos de Elano e Daniel, serem os homens da bola parada.

Outras preocupações com a Seleção
Além de passar os dias assistindo jogos ao vivo ou gravados, convocar, escalar e treinar o selecionado brasileiro, Dunga revelou ter que se preocupar com diversos fatores extra-campo, como a altura do gramado onde a Seleção vai mandar os jogos e com o hino. “Nosso time é rápido, gosta de jogar em velocidade. Pra isso a grama tem que ser baixa. Aí eu peço pra cortar e os caras dizem que não porque na TV vão aparecer as falhas. Não estou preocupado com o que vai aparecer na TV. Quero ganhar o jogo”, disse.
Sobre o hino, Dunga reclamou: “preparo os jogadores para entrarem fervendo, com sangue nos olhos. Aí colocam um artista pra executar o hino nacional numa versão toda melódica. Artisticamente é muito bonito, mas não serve pro jogo. O hino tem que ser tocado por uma banda militar, com toda força que ele merece”, opinou.

Táticas de Dunga
O que ele mais pede é que todos estejam focados na Seleção. Tem que DESEJAR estar lá para estar de fato. Depois, Dunga os põe para jogar. Esta, assim como a pergunta sobre Adriano, tive a oportunidade de fazer para o treinador da Seleção Brasileira. Pedi pra que se levantasse e explicasse no quadro como joga a sua Seleção.
“Eu gosto de duas linhas de quatro e dois atacantes, que é como jogador brasileiro sabe jogar. Este é meu SISTEMA de jogo preferido. A TÁTICA varia de acordo com o jogo. Se sei que o adversário tem um lado mais fraco, vou tentar armar algo por ali”, explicou Dunga. Simples, assim, sem muitas idéias mirabolantes.

Robinho e Kaká
Robinho vem sendo contestado, mas Dunga sequer cogita deixá-lo fora da Copa 2010. “O Robinho sempre me deu a resposta. Quando não foi decisivo individualmente, foi importante taticamente”, disse Dunga. “Ele e o Kaká têm total liberdade dentro do jogo para trocarem de posição. O Robinho, assim como Kaká, joga de meia, segundo atacante e centroavante. Jogador brasileiro tem muito disso. Faz a sua e tem noção de como se faz as outras posições. São muito mais versáteis que os europeus”, analisou Dunga.

Ronaldinho Gaúcho
Por que Ronaldinho Gaúcho não consegue jogar mais o futebol que lhe consagrou? Professor Dunga também tem a sua teoria: “o Ronaldinho perdeu a alegria das coisas simples. Hoje ele não pode ir ao restaurante, não consegue ir shopping sem ser rodeado de gente. E isso afeta ele dentro de campo. Se tu não estás bem fora de campo, dentro de campo não vais estar também”, comentou.

Adriano“Cheguei e conversei com Adriano, pedi pra ele maneirar. Se vai pra festa, vai devagar, não vai todo dia, se comporta. Não toma cinco cervejas, toma duas. Não pega 10 menininhas, pega cinco. Não estou pedindo pra parar – não seria louco de fazer isso – só estou pedindo pra se controlar. E outra: na Seleção, ele é o cara que tenho que tirar do treino, se não fica até de noite”, confidenciou.

Começo suado
Uma namorada ou dois sanduíches
Quando começou no Internacional, aos 14 anos, Dunga cultivava o hábito de treinar ao meio-dia, com um saco sobre o corpo, que era pra aumentar a dificuldade e o suador. “Nos finais de semana, o Inter nos dava dois sanduíches pra passarmos sábado e domingo. Os guris mais abonados iam pra casa. E nós ficávamos. Ficava e roubava a comida deles de dentro dos armários. Virava armário, fazia furo atrás. Limpava. Tinha uma época também que a gente jogava na várzea pra fazer uma grana. Depois, tinha a tática de arrumar uma namorada. Aí, no domingo, ia almoçar na casa dela e levava mais uns quatro jogadores juntos. Assim fomos nos virando”, contou Dunga em meio a risos.

Na balada com roupa consignada
O professor também aprontou umas boas. Quando ainda não tinha dinheiro para comprar roupas novas para freqüentar as festas em Porto Alegre, ia nas lojas, pegava roupa em consignação, usava na noite, depois devolvia.

Pênalti de 94
Dunga foi o quarto cobrador na sequência de batedores brasileiros na final dos pênaltis em 94, contra a Italia. Não era batedor oficial do time e não sabia que seria relacionado por Parreira para as cobranças. Caminhando em sua direção, Parreira chamou: “meu capitão”.
“Gelei na hora. Mas aquele pênalti é o resumo da minha vida. Em 90, quando perdemos, a Era Dunga, tudo aquilo veio na minha cabeça. Numa noite depois de 90, tomando cerveja com meu pai, disse pra ele que precisa de mais uma chance. Uma só. E então veio aquele pênalti em 94. Era o momento de reverter a minha história. Saí do meio de campo, fui caminhando e rezando tanto que estou pagando promessa até hoje. Estava 100% concentrado, não escutava nada. Se não ganhássemos aquela Copa, acho que eu não voltava para o Brasil”, contou.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Compañeros

Perdón.

Tenho que vir aqui e me desculpar pela ausência. Na real, nem sei se alguém realmente a sentiu, mas o trampo e as viagens para fazer o curso em POA têm me consumido.

Hoje mesmo, à 1:12 da matina, escrevo, de volta do trabalho, sem sequer ter me banhado.

Só posso avisar que voltarei nesta semana com as impressões da "aula" que tive com Dunga na terça-feira, quando ele falou de Seleção, da base no Inter, do Ronaldinho, do Kaká, Robinho, Josué, Adriano, esquema de jogo, entre outras coisas.

No mais, argumento contra a falta de texto o fato de nem poder ter assistido o GRE-NAL porque estava trabalhando. Grêmio 3 x 1 Avaí, mesma coisa. Trampo, trampo, trampo.

Ainda bem que o Felipe tá guentando as pontas, mesmo que também esteja cheio de trabalho pra fazer.

Mas não me iludo. Sei que o Grêmio não tem força pra chegar na LA10. Assim como o Inter não tem pra ser campeão. O Grêmio é muito REGULAR - ganha em casa e perde fora. E o Inter é IRREGULAR demais - ganha e perde em sequência.

Té a próxima!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Guiñazu de peito aberto, por Alexandre Alliatti

"É iso ae fenômeno!"


Vale muito a pena ler esta entrevista com o capitão Colorado no globoesporte.com

Como foi sua infância em General Cabrera? O contato com a bola foi desde cedo?

- Veja só. Estou sentado aqui e tem uma piscina aquecida para as crianças na nossa frente. Lá fora, tem uma piscina de verão. Lá adiante, tem as quadras de tênis. E eu penso que não tinha isso quando criança para pular de um lugar para outro e não parar de brincar. Tenho que falar isso para meus filhos: “Aproveitem, porque às vezes a vida te dá isso.” Eu chutava bolas feitas com meias para jogar em qualquer espaço: dentro de casa, quando era noite, porque era frio, e minha mãe brigando com a gente, e na garagem, quebrando as coisas de luz e tudo. A bola sempre foi meu único brinquedo.

O torcedor do Inter tem idolatria por você. E costuma brincar dizendo que você não cansa, que não sente dor. Não deve ser bem assim...

- Claro que não. Outro dia, no domingo (depois do Gre-Nal), cheguei, sentei na frente da televisão e dormi, sem me mexer. Sinto muita dor. Acordo e não consigo me mexer. Fico dois, três dias assim. Porque não me importa se é final ou não. Se você jogar tênis comigo, vai suar o dobro. Não importa se vai ganhar de 6-0, mas vai suar. Para mim, sempre é possível virar.

Esse é "fenômeno"! E fará uma falta absurda hoje.

Mas é o dia! O dia para provar que o título, apesar dos pesares, pode ser VERMELHO!

Palpite? VITÓRIA RUBRA, seja como for!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O Homem GRENAL

O Cara

Disputou 6 clássicos e venceu 5;
Fez 3 gols e deu 2 assistências;


D'alessandro é o tipo de jogador talhado para estes momentos sanguíneos, como só um GRENAL pode ser. Digam o que disserem do gringo, só pelo que ele fez nos clássicos que jogou, o investimento no seu futebol já teve retorno.

O jogo

Todo mundo vai ler por aí que o jogo foi "pobre" do ponto de vista técnico. Vendo futebol a 17 anos, conto nos dedos das mãos os GRENAIS sensacionais tecnicamente. É sempre um jogo brigado, decidido nos detalhes minúsculos e imprevisível.

Tanto Autuori quanto Mário Sérgio escalaram bem os times, surpreendentemente. Só que o Inter muito mais equilibrado entre ataque e defesa. Mas aí nem é tanta culpa do Cantor de Bolero, já que tinha desfalques no ataque e na ligação.

ADIVINHEEEEE...


Dá pra dizer que o Grêmio teve mais posse de bola por estratégia do Inter. Em função do gol, lógico. Se o Grêmio faz um gol antes dos 5 minutos do primeiro tempo, também congestionaria o meio, entregaria a bola aos volantes e zagueiros do Inter e deixaria o adversário bater cabeça por 85 minutos.

O jogo foi decidido pelos principais expoentes técnicos da dupla: D'ale fuzilou e Victor aceitou.

Os destaques

Colorados: Guina indestrutível; Giuliano aplicado; Índio se supera em GRENAL; Kléber com muita qualidade e lucidez no passe; Taison foi perfeito taticamente (BRAGA, Abel); D'ale, nem precisa dizer.

MONSTRO


Gremistas: Mário Fernandes pode ser um dos melhores zagueiros pela direita do Brasil em alguns anos. Classe e técnica. Está sendo desperdiçado na lateral; Réver tranquilo (LÓPEZ, Maxi); Souza esforçado; Douglas Costa idem a Souza.

Os "nem tão destaques assim":

Colorados: Daniel é tão fraco quanto Danilo Silva; Alecsandro perdeu um gol indesculpável; Mário Sérgio QUASE estragou o time com as mudanças no segundo tempo.

Gremistas: OBRIGADO VICTOR! Honra ao Mérito para HERRERA, um dos atacantes mais toscos do planeta; Paulo Autuori tirou Douglas Costa e deixou os três volantes no meio. Não deu pra entender.

Os números

4 vitórias Coloradas e uma gremista em clássicos em 2009. Depois de quatro 2 a 1, um placar diferente: 1 a 0, mostrando que GRENAL é jogo de poucos gols. Só tem mais quando um jogador destoa do resto, como naqueles 4 a 1 que D'ale acabou com o jogo!

Agora são 378 Jogos na história do clássico, com 142 vitórias do INTER, 117 empates e 119 vitórias do GRÊMIO. Os vermelhos fizeram 540 gols e os azuis 501. Desde 1945 o Inter mantém mais vitórias que o rival no histórico do GRENAL.

Quase espelho
Fotos e fatos retirados de http://internacional.com.br/

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ramu metê eles, tchê!


Semana Grenalzitos vem com as pérolas de Souza e as ponderações de Alecsandro.

Ontem a noite foi de bate-papo com Souza, que mostrou ainda mais irreverência longe dos microfones, e Alecsandro, um cara muito mais comedido, mais centrado, mais profissional, apesar de ter largado umas frases bem legais, tipo:

- Eu não “dibro” nem meu filho em casa, imagina jogador – referindo-se a sua falta de habilidade com a gorduchinha nos pés e ao início da carreira, quando era escalado como meia, principalmente nas categorias de base.

Mesmo que, na maioria da vezes, eles mantiveram um discurso politicamente correto, por vezes mandaram ver nas respostas e explicaram coisas bem interessantes.
Souza, por exemplo, quando disse que trabalhou com dois técnicos de Seleção Brasileira, Leão e Lazzaroni, comentou o seguinte sobre eles:

- São duas desgraças! – depois elogiou Autuori como um dos melhores que já trabalhou.
Alcsandro, entre as coisas mais polêmicas, falou que já atuou em time que se reunia depois da preleção e falava:

- Esquece tudo que o treinador falou e vamos fazer assim...

Ele também lembrou do início, quando ganhava R$ 500 no interior paulista e recebeu uma proposta de 9 mil Euros para jogar na segundona da França. Tinha 17 anos e, chegando lá, descobriu que teria que lavar sua roupa de treino se quisesse ela limpa no outro dia. Ficou três meses e voltou pros 500 pilas.

O camisa 9 do Inter e artilheiro do Brasileirão ainda comentou que pretende ser treinador no futuro e que já é “dono” de 25 jogadores brasileiros junto com seu procurador. Aliás, Alecsandro revelou que paga 10% de seu salário para este tal procurador que, segundo ele, “cuida” de suas coisas, como arrumar apartamento, contratos, negociações, “tudo”.

Quanto aos contratos, Souza vazou que no Grêmio se paga 70% na carteira de trabalho e 30% como “direito de imagem”, enquanto no São Paulo acontece o inverso.

Os empresários, que “nada fazem além de intermediar as negociações” e são diferentes dos procuradores, levam, geralmente, 10% dos valores de uma transferência.

Concentração
Na Europa, alguns times não fazem concentração. Os jogadores chegam de suas casas duas ou três horas antes da partida, se reúnem e vão pro jogo. Questionados sobre isso, Souza e Alecsandro foram enfáticos:

- Não tem como acabar com a concentração – disseram. A referência foi clara: jogador cai na gandaia ou, não dorme cedo, ou come demais, se não estiver trancado e sob os olhares da comissão técnica.

Treino fechado
No Inter, os treinos fechados foram recorrentes neste ano. Num passado recente, Mano Menezes fechava quase todos os dias os portões do Olímpico. Souza disse que “não tem nada a ver fazer treino fechado”. Já Alecsandro justificou:

- É um saco treinar com aquelas menininhas berrando o tempo todo. Não dá pra se concentrar no trabalho. Por isso muitos treinos são fechados.

Sobre o mesmo tema, Alecsandro também disse que tem muito jogador, dirigente e assessor que entrega o que foi feito no treino fechado.

Seleção
Ambos almejam uma vaga na Seleção Brasileira. Alecsandro, pela quantidade de gols no ano (27) colocou-se no patamar de Adriano e Diego Tardelli. Souza pediu para que Dunga olhasse mais para os atletas que atuam no Brasil.
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Frases de Willamis de Souza Silva
- “Ramu” metê eles, hein, tchê! – sobre o que mais escuta nas três semanas que antecedem um GRE-NAL.

- Quando eu parar de jogar futebol vou comprar uma rede. E só. Quero morar em Maceió. Ou Porto Alegre.

- O “se” não entra em campo. “Se” minha mãe fosse homem, eu teria dois pais –velha, mas espirituosa.

**Pra encerrar, leia o diálogo que o Souza teve com seu filho Kevin, de 7 anos, após o jogo de domingo.

- Cheguei depois do jogo contra o Coxa no domingo e meu filho veio me perguntar:
“pai, agora é o GRE-NAL, né?”

É, respondi.

Aí, ele perguntou:

“Vai ser no Olímpico ou no Beira-Rio?”
Beira Rio.

“Baaaah!” – ele me respondeu.... A pressão começa em casa, mesmo.
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E, o "fecha" do post é o QUIZITOS, que o Souza, ao ler, mandou mais uma:

- Eu tiraria zero nesta porra!

1. Em 1950, na primeira Copa do Mundo realizada no Brasil, quantas cidades foram sede do evento?
a) 10 (RJ, SP, POA, Salvador, Recife, BH, Curitiba, Goiânia, Cuiabá e Manaus
b) 6 (RJ, SP, POA, BH, Recife e Curitiba)
c) 9 (RJ, SP, BH, POA, Floripa, Fortaleza, Recife, Salvador e Curitiba)

2. Quais partidas foram jogadas em POA?
a) França 4x2 México e EUA 2x1 Suíça
b) Iuguslávia 4x1 México e Argentina 4x1 Russia
c) Iuguslávia 4x1 México e Suíça 2x1 México

3. Em qual estádio se jogou em POA?
a) Estádio da Baixada
b) Estádio Força e Luz
c) Estádio dos Eucaliptos

4. Qual clube teve a maior média de público na última temporada do futebol europeu?
a) Barcelona (82.306)
b) Real Madrid (76.239)
c) Manchester United (75.304)

Enquete relâmpago

A enquete sugerida pelo perestróiko Sr. Haas perguntava se "Mário Sérgio tem capacidade para fazer o Inter campeão do Br09?"

7 pessoas que crêem no impossível (Abraço Fabio!) responderam SIM.
10 São Tomés cravaram NÃO.

Agora a pergunta é sobre o superclassico da terra de Leonel de Moura Brizola: Quem será o "campeão" do último GRENAL do ano?

Vote consciente.